• MNAA ESTÁ AQUI

    Projeto a decorrer fora do MNAA em vários locais 2025/2026

MNAA ESTÁ AQUI
Projeto a decorrer fora do MNAA em vários locais
2025/2026

No âmbito do encerramento do MNAA por causa das obras do Recuperar Portugal: Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o Museu apresenta o projeto «MNAA ESTÁ AQUI/MNAA IS HERE» com o objetivo de dar a conhecer as inúmeras peças do seu acervo depositadas em várias instituições museológicas por todo o território nacional, de norte a sul, assim como nos arquipélagos dos Açores e da Madeira e Porto Santo.

Instituição centenária, o MNAA tem à sua guarda cerca de 40.000 peças, que tem vindo desde sempre a partilhar com outras instituições nacionais. Algumas destas obras de arte encontram-se depositadas em instituições museológicas do território continental como o Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, o Museu de Aveiro, o Museu de Leiria, o Museu Francisco Tavares Proença Júnior, em Castelo Branco, o Mosteiro de Santa Maria de Flor da Rosa, no Crato, na Igreja de Santiago do Castelo, de Palmela, ou no Museu-Biblioteca da Casa de Bragança, em Vila Viçosa. Assim também na ilha Terceira, do arquipélago dos Açores, no Museu de Angra do Heroísmo e no Palácio de São Lourenço, no Funchal (ilha da Madeira).

 

Lista de instituições no projeto «MNAA ESTÁ AQUI»:

2025 expo braganca

Exposição temporária: «Olhar Portugal.A partir das coleções do MNAA»

Numa parceria estabelecida entre o Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) e o Museu do Abade de Baçal (MAB) apresenta-se
uma exposição que pretende mostrar a história da arte portuguesa entre os séculos XII e XIX, partindo de uma seleção criteriosa de obras das coleções do MNAA.

2026 conferencia castelo branco

2026 FARO site

Exposição temporária: «Olhar a Paisagem a partir das coleções do MNAA»

O Museu Municipal de Faro (MMF), em parceria com o Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), apresenta a exposição «Olhar a Paisagem a partir das coleções do MNAA». Integrada no programa MNAA está aqui, a mostra propõe uma viagem artística ao longo de cinco séculos de história. A exposição cruza uma seleção de obras de arte antiga do acervo do MNAA com as expressões modernistas da coleção do MMF. Figuram na exposição obras icónicas da arte portuguesa, como o celebrado Mês de Abril, de Baltazar Gomes Figueira (1604-1674) e Josefa de Ayala (1630-1684), ou a importante tela Leda e o Cisne, de Vieira Portuense, mas também obras de artistas internacionais de relevo como Joos de Momper II (1564-1635), representado com Porto de Mar, ou o mestre francês Jules Dupré (1811-1889), com Paisagem fluvial, entre muitos outros artistas.
A ideia de paisagem implica um olhar que a enquadre, e as visões da natureza sempre foram expressões das relações dos artistas e do público com o espaço ao seu redor. Sem pretender esboçar uma evolução linear da pintura de paisagem na arte europeia, esta exposição tenta dar conta de como esta se foi afirmando enquanto género autónomo, espelhando diferentes sensibilidades e modos de conceber a natureza, a arquitetura e a própria pintura. Trata-se de um convite a novos olhares, novos diálogos e a uma (re)descoberta das coleções de ambas as instituições.


Brevemente:
  • Igreja de Santiago do Castelo, Palmela
  • Mosteiro de Santa Maria de Flor da Rosa, Crato
  • Museu-Biblioteca da Casa de Bragança, Vila Viçosa
  • Paço dos Duques de Bragança, Guimarães
  • Museu de Aveiro
  • Museu de Leiria
  • Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira (Açores)
  • Palácio de São Lourenço, Funchal (ilha da Madeira